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USP receberá eletrônicos para reciclagem

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Redação Sustenta! em
25 fevereiro 2010 - 15:28
Quando compramos um aparelho eletrônico novo sabemos que, em poucos meses, ele será obsoleto. Muitas pessoas conseguem resistir ao impulso de comprar sempre a última novidade em tecnologia, mas mesmo elas são confrontadas com o desafio de como descartar esses produtos uma vez que não são mais utilizados ou não funcionam mais.
Pois a partir de 1o de abril os moradores de São Paulo poderão se desfazer de seu lixo eletrônico de forma responsável, isto é, encaminhando-o para a reciclagem. A Universidade de São Paulo vai inaugurar para o público geral o Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática (Cedir), um grupo de técnicos que receberão, apenas de pessoas físicas, eletrônicos que serão desmontados e reciclados ou transformados em novos aparelhos.
Para agendar um horário de entrega do lixo eletrônico, ligue para os telefones (11) 3091-6455 / 6454. Os técnicos do centro respondem a dúvidas pelo e-mail cedir.cce@usp.br.
Saiba mais sobre a iniciativa.
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Reciclagem de PET cresceu 9,5% no último ano

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Redação Sustenta! em
04 dezembro 2009 - 10:32
O último censo da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet) observou um aumento de 9,5% no número de garrafas PET recicladas em 2008 no País. A entidade afirma que 253 mil toneladas do material foram destinadas à reciclagem no período, volume que corresponde a 54,8% das novas embalagens produzidas no ano.
As PETs recicladas são usadas, de acordo com a pesquisa, essencialmente na indústria têxtil (38%) e na produção de resina estrutural (18%), utilizada na fabricação de objetos como piscinas, caixas d’água e bancadas de mármore sintético.
O Brasil, que é líder mundial em volume reciclado de alumínio, se consolida também no topo do ranking da reciclagem de PET, acima dos Estados Unidos e da Comunidade Europeia. Com um faturamento de R$ 1,09 bilhão anuais, a atividade já conta com mais de 500 empresas espalhadas pelo País.
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Protocolo europeu rastreia resíduos de empresas

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Redação Sustenta! em
09 outubro 2009 - 15:15
Entrou em vigor ontem, na Europa, o Protocolo de Kiev, acordo que vai monitorar o transporte do lixo de empresas do continente, bem como registrar suas emissões. O novo protocolo, que conta com 38 países signatários e mais 21 adesões, representa “um marco no avanço rumo à democracia ambiental”, como definiu a vice-secretária-geral da ONU, Asha-Rose Migiro.
De acordo com as novas regras, as empresas europeias terão que divulgar um relatório anual sobre o destino de seus resíduos, que muitas vezes são países em desenvolvimento. Quando liberarem resíduos perigosos, os nomes e endereços dos receptores devem ser especificados. Mais tarde, os dados serão divulgados na internet para consulta do público.
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O que se pensa sobre as sacolas plásticas

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Redação Sustenta! em
08 outubro 2009 - 14:27
Uma pesquisa do Ibope, encomendada pela Plastivida (Instituto Socioambiental dos Plásticos), revela o comportamento de mulheres das classes B, C e D, que fazem as compras de suas casas, em relação às sacolas plásticas. O resultado indica que todas elas reaproveitam as sacolinhas, sendo que 73% usam para colocar o lixo doméstico. O estudo ainda revela que 69% das entrevistadas consideram as sacolas plásticas ideais para carregar suas compras e 75% acreditam que os estabelecimentos comerciais devem fornecê-las.
A pesquisa abordou a questão da biodegradação e, mesmo com as campanhas e projetos de lei que tentam implementar as sacolas biodegradáveis, a maioria das entrevistadas desconhece o que isso significa. 65% não sabem o que quer dizer o termo “biodegradável” e 5% deram definições erradas, como “que emite gases tóxicos” ou “que demora para se decompor”. Além disso, 84% não sabem a diferença entre uma sacola biodegradável e uma degradável e 60% associam o uso de biodegradáveis com o aumento de lixo na cidade.
Apesar de o conceito ser desconhecido, foi demonstrada preocupação em relação a ações sustentáveis: 82% pensam que a sacola biodegradável deveria ser jogada apenas em coleta seletiva de lixo, enquanto 12% disseram que ela some depois que é descartada na natureza.
A Plastivida colocou no ar o site "Sacolinhas Plásticas" com dicas para reutilização de sacolas plásticas, calculadora de economia, mapa com locais para reciclagem, entre outros.
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Poluição da Lagoa Rodrigo de Freitas diminuiu

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Redação Sustenta! em
28 setembro 2009 - 16:00
O nível de coliformes fecais (bactérias presentes em fezes animais) da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, diminuiu significativamente depois de ações da Companhia de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) para reverter sua degradação. Há três anos o índice era de 16 mil coliformes a cada 100 ml de água, e agora oscila entre mil e 1,7 mil, de acordo com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea). O atual nível é adequado para prática de esportes aquáticos, mas não para banhos.
Fátima Soares, gerente de qualidade ambiental do Inea, afirma ao jornal Folha de S. Paulo que o objetivo não é criar área de banho, o que poderia trazer mais lixo para a lagoa. “O que queremos é um ambiente ecologicamente saudável e com uma comunidade fitoplanctônica com maior número de espécies", diz.
O trabalho para reverter a degradação recebeu investimento de R$ 150 milhões e já reformou oito estações elevatórias que bombeiam o esgoto da região para o emissário submarino de Ipanema, que por sua vez o despeja em alto mar. Algumas dessas elevatórias, inauguradas na década de 1950, nunca tinham recebido intervenção e eram responsáveis por vazamentos na lagoa. Também foi reconstruída a galeria de cintura, uma rede de tubulações que recolhe o esgoto escorrido indevidamente pela rede pluvial para a Lagoa. Há também uma fiscalização de despejos irregulares, que já localizou mais de 200 ligações irregulares e ajudou a diminuir a concentração das bactérias. A inspeção é feita por uma câmera, acoplada a um robô que percorre a rede subterrânea do local.
Apesar de terem melhorado a qualidade da água, as ações ainda não foram suficientes para recuperar o ecossistema da Lagoa. A grande concentração de nutrientes, originados pela decomposição de matéria orgânica trazida pelo esgoto e pelas chuvas, causa o desenvolvimento de algas. O oxigênio produzido por elas, porém, é vai para a atmosfera. Com baixo índice de O2, a vida dos peixes fica ameaçada.
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Governo pagará catadores por serviços ambientais urbanos

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Redação Sustenta! em
22 setembro 2009 - 19:21
O Ministério do Meio Ambiente lançará um sistema de pagamento a catadores de materiais recicláveis por serviços ambientais urbanos, segundo informa a Agência Brasil. O pagamento será calculado com base no quanto seu trabalho contribuirá para a redução das emissões. O Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, comparou o serviço com o que foi oferecido “para a pessoa replantar a Amazônia, as margens dos rios. Antes a pessoa cortava e ganhava. Agora, ganha para plantar”. Minc acredita que o pagamento servirá para dar dignidade a esses trabalhadores, que não têm carteira assinada, não recebem 13º salário e se cortam muito com os vidros e latas que recolhem. O serviço será lançado nos próximos dias, em Belo Horizonte.
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CBN fala sobre reciclagem e coleta de lixo

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Redação Sustenta! em
08 setembro 2009 - 18:29
Na semana passada, a rádio CBN fez uma série de reportagens sobre reciclagem e coleta de lixo em São Paulo. Foram temas de matéria a coleta seletiva em condomínios residenciais, trabalhadores de cooperativas de lixo, catadores de rua, as dificuldades enfrentadas pelas cooperativas por causa da crise mundial e o reaproveitamento o lixo orgânico. Ouça as reportagens do jornalista Juliano Dipe.
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Cinzeiros viram arte

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Redação Sustenta! em
13 agosto 2009 - 14:38

O coletivo de arte LDC, da agência de publicidade Loducca, criou o projeto “Era uma vez um cinzeiro”, que vai transformar cinzeiros em objetos de arte. Restaurantes, bares e casas noturnas de São Paulo vão doar ao projeto seus cinzeiros, que estão “abandonados” desde que a lei antifumo entrou em vigor na cidade.
Assim, em vez de serem jogados no lixo, os cinzeiros receberão intervenções de artistas plásticos, estilistas, fotógrafos e arquitetos. A transformação será registrada em foto e vídeo e as peças serão expostas e vendidas nos estabelecimentos. O dinheiro arrecadado será doado à Fundação do Câncer.
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31% dos brasileiros não sabe o que é saneamento básico

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Redação Sustenta! em
12 agosto 2009 - 16:01
Marina Franco
Pesquisa do Instituto Trata Brasil em parceria com o Ibope foi divulgada hoje e revela que 31% da população brasileira não sabe o que é saneamento básico. Além disso, 28% não sabem dizer para onde vai o esgoto das cidades, 17% não sabem se o esgoto é tratado e outros 26% não conseguem explicar sobre como o esgoto interfere na própria qualidade de vida.
Intitulada “Percepções sobre Saneamento Básico”, a pesquisa ouviu, na última semana de junho, 1.008 pessoas das 79 cidades do país com mais de 300 mil habitantes. Em pergunta de múltipla escolha sobre a especificidade do termo “saneamento básico”, 54% respondeu que ele tem a ver com serviços de esgoto, 28% com serviços de água, 15% com coleta de lixo, 14% de limpeza pública e 8% com pavimentação.
A pesquisa também abordou se as casas dos entrevistados estão ligadas às redes de esgoto. E um a cada cinco domicílios declara que não está ligado à rede pública, sendo que a estatística é maior na região Nordeste. Dentre as famílias da classe D/E, 32% não tem acesso ao esgoto. Na classe C o índice é de 21% e 9% na classe A/B.
“O saneamento é uma agenda atrasada no País. Ele é o esgoto da infraestrutura”, declarou o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Raul Pinho.
Questão de política
A insatisfação com os serviços de coleta e tratamento de esgoto foi citada por um quarto dos entrevistados, enquanto a metade se sente satisfeita (61% estão na região Sul). 24% pensam que a atual administração não tem feito nada para que toda a sua cidade tenha o serviço e 61% acham que há esforços mas não o suficiente.
Quando comparada com outros problemas, o saneamento básico não aparece como prioridade. A área mais citada foi saúde (49%), seguido de segurança (46%), drogas (40%), educação (28%), emprego (27%), calçamento e pavimentação (11%), limpeza pública (11%) e, apenas em sétimo, saneamento básico (10%). Se comparado separadamente com questões como educação, saúde e segurança, a questão fica despercebida.
Para o diretor de atendimento e planejamento do IBOPE, Hélio Gastaldi, esta “é uma questão quase invisível”. Isso porque, ao mesmo tempo em que não está entre as maiores insatisfações da população, e que não se leva em conta o saneamento na decisão do voto (apenas 2% o fazem), ele não é tratado com importância devida pelos políticos. Para 61% dos entrevistados, os serviços de esgoto não foram percebidos como uma preocupação dos candidatos a prefeito em 2008.
Melhorias
Surpreendente para Gastalfi foi o fato de que 68% sabem que o principal responsável pelo saneamento são as prefeituras. Entre ampliação da atual rede ou o tratamento do que é coletado, a preferência é pela primeira solução, com 54%.
Aqueles que não estão ligados à rede de saneamento se interessam por receber os serviços, mas metade não está disposta a pagar por isso ou está indecisa quanto ao pagamento. Ainda assim, dentre os que pagariam (31% das casas sem o serviço), a média do preço seria de R$ 44. Ainda sobre custos, houve reclamação sobre o atual valor cobrado na conta de água, comparado ao serviço prestado. Metade das pessoas o considera caro.
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Embalagens Tetra Pak, onde entregar?

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Redação Sustenta! em
04 agosto 2009 - 15:18

Se você não sabe onde deixar embalagens longa vida para reciclar, o site Rota da Reciclagem pode ajudar. A empresa Tetra Pak elaborou o site para ajudar os consumidores a localizarem no mapa cooperativas, pontos de entrega voluntária ou comércio que recebem o material para reciclagem. Basta digitar seu endereço e clicar nos símbolos para informação detalhada sobre os pontos.
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Falha na coleta seletiva brasileira

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Redação Sustenta! em
03 agosto 2009 - 19:30
Por falta de coleta seletiva, o Brasil recicla apenas 22% de seus resíduos e tem que importar lixo para reaproveitamento pela indústria nacional têxtil e automobilística, entre outras. Desde janeiro do ano passado foram importadas 223 mil toneladas de lixo, o equivalente a US$ 257,9 milhões. Os 78% do lixo nacional que deixou de ser reciclado, no mesmo período, seria equivalente a quantia maior, de US$ 12 bilhões, de acordo com reportagem da semana passada do jornal O Estado de S. Paulo.
De acordo com empresas de reciclagem, a causa do problema está na falta de uma política nacional de reciclagem. Um projeto de lei que obriga a coleta seletiva em municípios tramita no Congresso desde 1991. Até que seja aprovado, a perspectiva é que o lixo nacional que poderia ser reaproveitado - como plástico, papel, madeira, vidro, alumínio, cobre, pilhas, baterias etc - continue sendo jogado em aterros junto com lixo orgânico, ao mesmo tempo em que recicláveis de outros países são importados. A falta de materiais recicláveis também faz com que seu preço no mercado interno aumente e se equipare ao valor do importado.
Dos 5.564 municípios brasileiros, apenas 7% faz a coleta seletiva, atribuição constitucional das prefeituras. De acordo com a reportagem, 47,7 mil toneladas foram importadas entre janeiro e junho deste ano. Só na cidade de São Paulo, a que mais gera resíduos, o desperdício anual é de 70% do lixo, ou US$ 840 milhões. Veja a íntegra da matéria.
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Brasil e Reino Unido: impasse sobre lixo

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Redação Sustenta! em
24 julho 2009 - 18:56
Sexta-feira, 17 de julho: 25 contêineres com lixo tóxico, domiciliar e eletrônico foram encontrados pela alfândega no Porto de Santos. No começo do mês, outros 26 contêineres com o mesmo conteúdo haviam chegado ao mesmo porto. Também foram encontradas cargas semelhantes no porto de Rio Grande (RS) e na alfândega de Caxias do Sul (RS). No total, o país recebeu 99 contêineres, o que equivale a cerca de 1,4 mil toneladas. Os lixos foram transportados ilegalmente a partir do Reino Unido, com uma declaração falsa de que seriam carregamento de plásticos.
Segunda-feira, dia 20: O governo brasileiro anunciou a devolução do lixo ao Reino Unido e aplicou multas de R$ 800 mil às três empresas que o importaram, a Stefenon Estratégia e Marketing, a Bes Assessoria e Comércio Exterior e a Alphatec. Elas que deverão ser responsáveis pela devolução. Caso contrário, são obrigadas a pagar multa por cada dia que continuarem no Brasil.
Quinta-feira, dia 23: A Agência Britânica de Meio Ambiente prendeu três homens de 49, 28 e 24 anos com ligação à exportação em Swindon, no sul da Inglaterra. Os nomes não foram revelados. De acordo com o jornal britânico The Times, dois deles são brasileiros. O Ibama divulgou que ao menos dois contêineres tinham mistura de lixo doméstico com hospitalar, como seringas, informação não confirmada pela agência ambiental britânica. Em visita ao Porto de Santos, Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente, definiu a ação como “racismo ambiental”. "Vamos cobrar dos países ricos que não permitam que as empresas cometam esse crime ambiental e alertar aos países em desenvolvimento que eles estão servindo de lixeira dos países ricos", declarou.
Hoje, os três homens detidos no Reino Unido foram liberados depois de pagarem fiança. De acordo com um porta-voz da agência ambiental britânica, os acusados devem se apresentar à polícia de novo em outubro. Ao mesmo tempo, a ONU cobrou uma solução imediata ao governo britânico, antes que medidas internacionais sejam necessárias.
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Coleta de óleo chega às padarias paulistanas

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Redação Sustenta! em
20 julho 2009 - 14:02
O Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo (Sindipan) lançou na semana passada campanha para que as padarias paulistanas sejam ponto de coleta do óleo de cozinha. Participarão da campanha cerca de duas mil padarias, que já haviam trocado os sacos plásticos por sacolas ecológicas.
O óleo será recolhido pelas ONGs Trevo e Bioauto, parceiras do Sindipan neste projeto, e será encaminhado para produção de material de limpeza e biocombustível. "As padarias há muitos anos estão engajadas no tema reciclagem e a nossa proposta é embutir a responsabilidade socioambiental nas donas de casa, pais de família e todos que freqüentam o local", afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo o presidente do Sindipan, Antero Pereira.
A próxima meta do sindicato, segundo Pereira, é fazer com que as padarias também recebam garrafas pet de seus freqüentadores.
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USP terá primeiro centro de reciclagem total de PCs antigos

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Redação Sustenta! em
19 maio 2009 - 18:20
O Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP vai reciclar, a partir de agosto, diversos tipos de lixo eletrônico, mas em especial os computadores pessoais (PCs). A proposta prevê que o centro se torne um local de captação e encaminhamento de computadores velhos, que, segundo Tereza Cristina Carvalho, diretora do CCE-USP, normalmente teriam apenas alguns de seus componentes reciclados e o resto descartado em lixo comum.
O projeto, de baixo custo – orçamento previsto em R$180 mil, com planos de se tornar auto-sustentável recebendo apenas 500 equipamentos por mês –, será o primeiro centro público de reciclagem de lixo eletrônico do Brasil. Apenas na USP há um parque tecnológico com 37 mil computadores, 15 mil impressoras e 4,5 mil equipamentos de rede. Desse montante, 15% por ano se tornam obsoletos.
No Brasil, somente no ano passado, 12 milhões de novos PCs foram vendidos. O centro atenderá, até o fim do ano, apenas o campus da USP, mas estará aberto a partir do ano que vem à população em geral, inclusive empresas.
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ONDE DESCARTAR SUAS PILHAS?

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Redação Sustenta! em
21 fevereiro 2009 - 11:17
Carmen Guerreiro
Saber que as pilhas e baterias são nocivas ao meio ambiente, nós sabemos. Mas como descartar esses materiais? Algumas empresas assumiram a bronca e passaram a recolhê-los gratuitamente em seus estabelecimentos. É o caso da rede de supermercados Pão de Açúcar, do Banco Real e da Drogaria São Paulo, por exemplo.
A rede de farmácias iniciou o programa em 2004 por conta da preocupação de um dos diretores com a quantidade de pilhas e baterias que utilizava em sua casa e não sabia onde descartar. Hoje, a maior parte das 240 lojas da Drogaria São Paulo – todas as filiais de São Paulo e algumas fora do estado – recebe os materiais. “Todas as pilhas causam danos ao meio ambiente, algumas mais, outras menos. Recolhemos os dois tipos, as comuns e as recarregáveis, para então encaminhar a empresas especializadas na reciclagem de produtos químicos”, explica Paulo Barreto, coordenador de Segurança do Trabalho, à Sustenta!.
Desde o início da campanha, a rede já coletou cerca de 50 toneladas de pilhas e baterias usadas. Mas o número começou a diminuir em 2008, porque outras empresas passaram a recolher esse tipo de resíduo. A partir de novembro de 2010, todos os estabelecimentos comerciais que venderem pilhas e baterias serão obrigados a recolhê-las usadas e encaminhar aos fabricantes, que deverão dar um fim adequado aos produtos químicos.
Se a determinação for cumprida, os consumidores não precisarão mais rebolar para dar a destinação correta às suas pilhas e baterias. Poderão evitar, assim, a contaminação do solo e do meio ambiente pelos reagentes químicos desses produtos.