aquecimento global

Faça sua pergunta aos líderes em Copenhague

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 08 dezembro 2009 - 00:08

Não pense que na reunião da ONU sobre as mudanças climáticas só têm voz os presidentes e líderes das nações convidadas. A CNN e o YouTube realizarão um debate ao vivo no dia 15 de dezembro durante o evento de Copenhague, no qual líderes e ONGs presentes responderão a perguntas elaboradas pelo público.

Até o dia 14, você pode enviar sua pergunta no canal da COP15 no YouTube, além de votar nas questões que acha mais relevantes. Uma chance também para conferir como outras pessoas do mundo têm questionado o tema.

 

aquecimento global

Outdoor da consciência pesada

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 07 dezembro 2009 - 23:20

Começou hoje a tão esperada COP15, a conferência do clima das Nações Unidas, e quem chegou pelo aeroporto de Copenhague, cidade sede do evento, se deparou com uma das campanhas do Greenpeace. A ONG espalhou pelo aeroporto e pela capital dinamarquesa outdoors com a imagem de alguns líderes de todo o mundo, com os dizeres: "Desculpem-me. Nós poderíamos ter impedido mudanças climáticas catastróficas... Não impedimos." Entre os presidentes, está o brasileiro Lula.


 

 

aquecimento global

EUA deve se comprometer com redução de 17% das emissões

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 25 novembro 2009 - 18:25

Depois da indecisão se os Estados Unidos iriam ou não assinar um acordo de redução da emissão de gases de efeito estufa, a Casa Branca anunciou que o presidente norte-americano Barack Obama não apenas estará presente em dezembro na COP15 (conferência das Nações Unidas sobre aquecimento global em Copenhague), mas assumirá também o compromisso da potência de diminuir suas emissões em 17% em relação aos níveis de 2005.

O objetivo, de acordo com o governo do país, é atingir a meta de 83% de redução até 2050.

 

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Gases do efeito estufa em concentração recorde

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 25 novembro 2009 - 12:41

A concentração dos principais gases causadores do efeito estufa na atmosfera é a maior já vista desde a época pré-industrial, como divulgou a Organização Meteorológica Mundial (OMM). "As notícias não são nada boas: a concentração de gases de efeito estufa continua aumentando e, inclusive, a um ritmo mais rápido", afirmou à imprensa o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud.

Em 2008 a concentração do dióxido de carbono (CO2), principal poluente de origem humana, alcançou 385,2 ppm (partes por milhão), que representa o número de moléculas do gás a cada um milhão de moléculas de ar seco. O aumento em relação ao ano anterior foi de 2 ppm e se comparado ao ano de 1750 foi de 105,2 ppm, ou 38%. Desde este período o gás contribui com 63,5% para o aumento do efeito estufa da Terra.

Já o metano (CH4), cuja concentração se estabilizou por sete anos, entre 1999 e 2006, aumentou de forma significativa nos dois anos seguintes. Desde 1750 colabora com 18,2% do aumento do efeito estufa. Mais da metade de suas emissões vem da ação humana em cultivo de gado, arroz, na exploração de combustíveis fósseis, na combustão de biomassa, entre outros.

A concentração dos clorofluorcarbonos (CFCs), por sua vez, diminui lentamente, graças à proibição da emissão desses gases pelo Tratado de Montreal. Ao contrário, os hidroclorofluorocarbonos (HCFC) e os hidrofluorocarbonos (HFC), que substituem o uso do CFC, aumentam muito rapidamente. Entre 2003 e 2008 sua contribuição para o aumento do efeito estufa foi de 8,9%.

Para Jarraud, esse cenário confirma a tendência pessimista anunciada por cientistas do Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre a Mudança Climática (IPCC). Ao que parece, nem a assinatura do Protocolo de Quioto, em vigor desde 2005, ajudou a conter a emissão desses gases. Porém, o período estipulado pelo acordo para o compromisso de redução das emissões seria de 2008 a 2012.

 


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Obama e Hu voltam atrás

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 19 novembro 2009 - 18:19

Depois de anunciarem que não iriam assinar um acordo global de clima na Conferência de Mudanças Climáticas da ONU, que será realizada em dezembro em Copenhague, os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da China, Hu Jintao, voltaram atrás e disseram, na terça-feira, em Pequim, que aceitam estipular metas de redução das emissões de gases do efeito estufa.

No anúncio à imprensa as autoridades afirmaram que não propõem uma declaração de intenções, como haviam defendido, mas um “acordo abrangente, que tenha efeitos imediatos”, nas palavras de Obama. Os presidentes também disseram que o acordo deverá incluir metas de redução para países desenvolvidos e um plano de ação para os ainda em desenvolvimento.

Juntos, Estados Unidos e China respondem por 40% das emissões anuais de gases do efeito estufa, causadores do aquecimento global. Isso quer dizer que, sem a adesão dos dois países o novo acordo não terá efeito. O impasse maior é que Obama depende da aprovação da lei norte-americana de clima, o que só deverá acontecer no ano que vem. A China, por sua vez, muito dificilmente participaria do acordo sem a adesão dos Estados Unidos.
 

 

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Peugeot cria reserva para compensação de carbono

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 19 novembro 2009 - 16:53

Marina Franco*

A Peugeot e a ONF, estatal francesa especializada no gerenciamento de florestas, tiveram dois motivos para reunir autoridades francesas e brasileiras ontem pela manhã, em Brasília. Um deles foi a assinatura de um acordo entre as duas empresas e o governo do estado do Mato Grosso para a criação de uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), em área de 1,8 mil hectares de floresta natural que fica dentro da Fazenda São Nicolau, uma propriedade de dez mil hectares da Peugeot no município de Contriguaçu (MT). A área deverá permanecer conservada, sendo proibido abate, coleta, caça e pesca. Além disso, servirá de base para pesquisas científicas na Amazônia, que poderão ser realizadas por profissionais brasileiros e internacionais.

O contrato de criação da RPPN foi assinado ontem pelo Relações Externas Mundiais da Peugeot, Marc Bocqué, pelo controlador geral e membro da diretoria da ONF, Jacques Valeix e pelo Secretário de Meio Ambiente do Estado do Mato Grosso, Luis Henrique Chaves Daldegan. O território também fará parte do projeto de “corredores da biodiversidade”, do governo mato-grossense e do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), que visa preservar as ligações entre ecossistemas ao longo do rio Juruena.

“A floresta é fundamental para as gerações futuras, pois o desflorestamento mundial contribui com 12% a 18% das emissões antrópicas de CO2, ou seja, com até duas vezes mais que as emissões do automóvel dependendo dos estudos e dos métodos aplicados, embora esse número impressionante não nos exima de maneira alguma de nossas responsabilidades”, disse durante discurso Marc Bocqué, da Peugeot. “O fato de o projeto estar no Brasil confere uma representação simbólica pré COP 15”, afirmou o conselheiro de cooperação e ação cultural de ensino na embaixada da França no Brasil, Pierre Colombier.

10 anos de poço


Fazenda São Nicolau, em Contriguaçu (MT)

A nova RPPN tem origem de outro projeto da fabricante de automóveis, o Poço de Carbono Florestal Peugeot- ONF, que fica na mesma fazenda, a noroeste de MT. A área, assim denominada pois absorve quantidade de CO2 maior do que a que é emitida, tem dois milhões de árvores replantadas em 1,8 mil hectares, que antes serviam de pastos, e mais sete mil hectares de floresta natural conservada (em parte dela ficará a RPPN). Para reconstituir a biodiversidade local, foram plantadas mais de cinquenta tipos de essências nativas, como Ipê Rosa, Cajá, Aroeira, Freijó, Paineira e Teca. O Poço de carbono completa dez anos de existência, o outro motivo para a reunião em Brasília.

Os responsáveis anunciaram ontem um pequeno balanço desses anos: estima-se que até 2008 tenham sido capturadas 11 mil toneladas líquidas de CO2 na biomassa, ou oito toneladas por hectare, de acordo com método de medição do GIEC/IPCC (Grupo Intergovernamental de especialistas sobre a Mudança Climáticas, do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas). A estocagem de CO2, absorvido por meio da fotossíntese, é feita em folhas, galhos, troncos e raízes.

“Com certeza o projeto vai ser colocado em Copenhague como um grande piloto da questão de redução das emissões de gases do efeito estufa. E a política de criação de uma RPPN é muito forte, fortalece nossa governança”, declarou Luis Henrique Chaves Daldegan, secretário de meio ambiente de MT.

Além da conservação, o Poço de Carbono Peugeot-ONF pretende oferecer oportunidade de estudo nas áreas de silvicultura, climatologia, ecologia, ciências do solo, entre outras. O programa de educação ambiental recebeu, entre 2001 e 2008, 2,3 mil alunos, além de 150 estudantes de curso superior que pesquisam para trabalhos multidisciplinares, teses e doutorados, tanto no Brasil quanto na França. “O maior problema hoje não é encontrar projetos, mas escolher o melhor entre eles”, afirmou Bocqué, da Peugeot.

Ao todo, a fazenda recebeu 10 milhões de euros, financiamento total da montadora, para o desenvolvimento dos projetos, que vão até 2038. Além disso, a cada ano são investidos 180 mil euros para a pesquisa e monitoramento científico e pedagógico, através de contribuição conjunta entre Peugeot e ONF. À tarde, em almoço com jornalistas, o executivo da montadora comentou de maneira descontraída: “10 mil hectares podem não ser muito para o tamanho do Brasil, mais certamente o que estamos fazendo é mais do que jardinagem.”

*Viagem feita a convite da Peugeot
 

 

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Acordo não sairá em Copenhague

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 16 novembro 2009 - 17:41

Depois de reunião entre líderes mundiais realizada ontem em Cingapura, a assinatura de um novo acordo sobre o clima, que era esperada para a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas programada para o começo de dezembro, em Copenhague, foi adiada. De acordo com declarações dos presidentes dos Estados Unidos e da China, o encontro deverá resultar apenas em uma declaração de intenções. Os compromissos com metas de redução nas emissões de gases do efeito estufa deverão ser assumidos só em 2010, possivelmente na conferência do clima da Cidade do México.

"Em vista do fator tempo e da situação dos países individualmente, precisamos, nas próximas semanas, focar o que é possível e não deixar nossa atenção ser desviada para o que não é possível," declarou o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen.

Participaram do café da manhã, combinado de última hora, representantes de 19 países da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, da sigla em inglês), como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e da China, Rússia, Austrália, Indonésia, do México e do Japão.

As negociações pré-Copenhague realizadas este ano apontavam para um desentendimento entre as 192 nações que participarão da Conferência acerca das metas de redução que deveriam assumir, a fim de que se evite aumento de 2ºC da temperatura global até 2020, medida que segundo especialistas é essencial para evitar catástrofes ambientais. Entre os impasses está a demora do Congresso dos Estados Unidos de aprovar sua lei de clima, com metas obrigatórias de corte. Com o anúncio de ontem, os países pedem mais tempo para negociar.

Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou hoje de manhã que, mesmo com o resultado da reunião de ontem, vai apresentar na Dinamarca a meta de redução de emissões definida na última sexta-feira (post abaixo). No programa Café com o Presidente, Lula disse que espera que representantes dos Estados Unidos e China, os dois principais poluidores, assumam compromissos básicos, apesar do pessimismo expresso.
 

 


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Meta definida

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 13 novembro 2009 - 18:12

O governo brasileiro acaba de anunciar a meta de redução nas emissões de gases do efeito estufa que será apresentada na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 15), em dezembro. O país se comprometerá a diminuir entre 36% a 39% das emissões até 2020.

O anúncio foi feito em coletiva de imprensa com o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que participará da conferência em Copenhague (Dinamarca).

Parte desta meta, que é voluntária, será alcançada a partir da redução de 80% do desmatamento na Amazônia até 2020, segundo proposta anunciada anteriormente. O restante virá dos setores energético, siderúrgico e da agropecuária. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, 580 milhões de toneladas de CO2 deixarão de ser emitidas.

Com a meta estabelecida, o país deve persuadir países mais desenvolvidos a traçarem objetivos próprios. Hoje à noite o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja a Paris para reunião com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, que deverá tratar de assuntos relacionados às mudanças climáticas.

O diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilberto Câmara, não acredita que meta é o bastante. Leia entrevista do diretor ao Terra Magazine.

 

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Degelo acelerado na Groenlândia

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 13 novembro 2009 - 15:44

A Groelândia, segunda maior massa de gelo do mundo, fica menos volumosa cada vez mais rápido. Nos últimos nove anos, a geleria perdeu 1,5 trilhão de toneladas de água, quantidade que poderia encher 450 lagos de Itaipu, ou elevar quatro milímetros do nível do mar. A aceleração do degelo, de acordo com o geocientista da Nasa, Eric Rignot, que participou de estudo publicado pela revista norte-americana Science, é verificada desde 2006.

É possível que a alta velocidade do derretimento faça parte de uma oscilação, maior em um ano e mais suave no outro. Porém, de qualquer modo o número é alto. Os cientistas também revelam que as regiões do mundo que mais derreteram perderam, por ano, mais de uma tonelada de água a cada metro quadrado.  Além disso, cerca de metade da perda da Groenlândia se transformou em icebergs, enquanto o resto virou lagos de água sobre superfícies de gelo.

O estudo da Science, que cruzou dados de satélite com os obtidos em terra, tem previsões mais graves do que as de 2007 feitas pelo painel do clima da ONU. A pior estimativa para a elevação do nível do mar seria de 58 centímetros até 2100. Rignot, porém, acredita que este valor é pequeno, devido à aceleração constatada. Jonathan Bamber, físico da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e um dos coautores do estudo, afirma à revista: "Levando em conta o novo cenário, eu diria que existe uma real possibilidade de ultrapassarmos esse valor".

 

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Produção de cana-de-açúcar aumentará com mudanças climáticas

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 11 novembro 2009 - 15:36

Por causa das mudanças climáticas e do aumento da concentração de gás carbônico da atmosfera, assim como outros gases do efeito estufa, a produção de cana-de-açúcar deve aumentar significadamente nos próximos 70 anos. Segundo informações da Agência USP, os pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da instituição, concluíram que a produção poderá chegar a 120 toneladas por hectare (t/h) em 2080, ante a média atual de 85 t/h.

O estudo foi feito a partir de dados do IBGE, do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) de 2007, do Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA), e foi apresentado pela engenheira ambiental Júlia Ribeiro Ferreira Gouvea em sua dissertação de mestrado “Mudanças climáticas e a expectativa de seus impactos na cultura da cana-de-açúcar na região de Piracicaba, SP”. O estudo se baseou em um cenário de aumento médio da temperatura de até 4 ºC em 2100. Com as mudanças, a Produtividade Potencial subirá 15% em 2020, 33% em 2050 e 47% em 2080. Em quantidade bruta, isso significa uma produção de, respectivamente, 90 t/h, 107 t/h e 120 t/h.

O aumento será possível porque a cana-de-açúcar é uma gramínea robusta e resistente à falta de água. “O efeito do aumento do CO2 e o consequente aquecimento do clima irá favorecer o processo de fotossíntese da cana-de-açúcar. Além disso, temos o avanço tecnológico na implementação de técnicas de cultivo bem como os estudos que visam o melhoramento genético da planta”, explicou o professor Paulo Cesar Sentelhas, do Departamento de Ciências Exatas, que orientou o trabalho.

 


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Minc confirma que meta brasileira será de 40%

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 10 novembro 2009 - 15:36

A proposta brasileira de redução de gases do efeito estufa que será levada à Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU deverá ter meta de economia de 40% até 2020, segundo confirmou hoje o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em Brasília.

"A ministra Dilma falou ontem que o número pode ser 38% ou 42%. Os dados que estão sendo produzidos pelos grupos apontam nessa direção. O que Dilma e Lula não queriam -e têm razão- é chegar a um número que não tivesse consistência", disse, depois da abertura do 1º Encontro Mudanças Climáticas – Um Desafio para as Políticas Públicas, na capital brasileira.

De acordo com o ministro, metade desse total virá da queda do desmatamento na Amazônia, enquanto os outros 20% da preservação do cerrado e de iniciativas em prol da eficiência energética, como o uso do aço verde (produzido a partir de carvão vegetal de reflorestamento), ou de biocombustíveis.

Minc destacou a necessidade de se estabelecer quanto vai ser cortado em cada setor, como e com quais recursos, e disse que estava contente depois que setores importantes da economia, que temiam os cortes, perceberam que podem ganhar com a proposta brasileira. A agricultura, por exemplo, ganharia produtividade com a recuperação do solo e plantio direto. "A gente não vai criar menos empregos, nossos empregos é que vão ser mais verdes", afirmou.

 

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Arranha-céu quer se tornar ecológico

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 09 novembro 2009 - 17:45


Prédio Taipei, em Taiwan

O prédio Taipei 101, um marco de Taiwan, deverá passar por uma grande reforma para se tornar o arranha-céu “verde” mais alto do mundo. A administração do edifício de 509 metros de altura e 101 andares investirá nos próximos 18 meses US$ 1,8 milhão (por volta de R$ 3,09 milhão) que serão gastos para instalar sistemas de energia e encanamento mais eficientes, para ajudar na economia de eletricidade, água e emissão de carbono. A previsão é que após a reforma, o Taipei 101 deixe de gastar US$ 615 mil (cerca de R$ 1,06 milhão) ao ano.

As pessoas que trabalham no prédio também serão incentivadas a adotar medidas como: participar da coleta seletiva do lixo, manter o ar-condicionado a uma temperatura de 26 graus, usar o transporte público e comprar comida nos arredores do prédio (o que diminui a pegada de carbono das entregas).

Além da economia, o edifício deve atrair, como locatórios, empresas que queiram ser ambientalmente responsáveis. Entre as características ecológicas adotadas desde sua construção estão o reaproveitamento da água da chuva para descargas e irrigação do jardim e janelas com duas folhas de vidro, que evitam a entrada do calor no interior do prédio.

 

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De olho nas empresas de TI

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 06 novembro 2009 - 17:15


Reprodução

Entre as bandeiras do Greenpeace internacional, está a campanha para que empresas de tecnologia da informação, como Google, Microsoft e IBM, se tornem mais verdes. A organização não governamental tem divulgado as recentes ações da Apple para incentivar que suas concorrentes sigam o exemplo.

A empresa de Steve Jobs, também incentivada pelo Greenpeace, saiu da Câmara de Comércio americana, que, segundo a organização, tem usado o seu fundo de forma oposta ao combate às mudanças climáticas. A atitude foi tida como exemplar pelo Greenpeace, que cobra liderança climática das concorrentes. O primeiro passo seria pressionar a câmara por uma mudança de atitude, ou sair dela, como forma de protesto.

“Até agora nenhuma empresa se destaca realmente na defesa do clima, até mesmo o Google, com uma pontuação relativamente alta em sua atuação, tem sido omissa sobre Copenhague”, diz um dos posts do blog da entidade. Além de uma petição para apoio da população à campanha, o Greenpeace organizou um ranking de liderança climática entre as empresas de TI.

 


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Brasil está em sexto em lista de políticas climáticas

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 05 novembro 2009 - 17:54

Mesmo ainda sem uma proposta definida que evite emissões de gás carbônico na atmosfera para ser apresentada na Conferência de Mudanças Climáticas da ONU, o Brasil teve mérito com as medidas de combate ao aquecimento global já empregadas. O país ficou em sexto lugar em uma lista classificatória de ações de sucesso ambiental e econômico tomadas por países do G20 (maiores economias do mundo).

O relatório “O melhor e o pior das políticas climáticas e da recuperação econômica” foi apresentado hoje pelas ONGs WWF e E3G na Espanha. A sexta posição foi conquistada pelas ações brasileiras de redução nas emissões vindas do desmatamento na Amazônia. Em primeiro lugar está o programa de eficiência energética em edifícios do governo da Alemanha.

Os ministros da Fazenda dos países do grupo, responsável por três quartos das emissões globais de gases do efeito estufa, se reunirão no próximo final de semana, no Reino Unido, para discutir propostas de financiamento de medidas para desenvolvimento com baixa emissão de carbono em países emergentes.

 

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Mapa interativo mostra consequências do efeito estufa

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 05 novembro 2009 - 14:02

O governo britânico divulgou um estudo, encomendado para a empresa de pesquises Met Office Hadley Centre, que indica que até o final deste século a temperatura da terra deve aumentar 4 ºC, se a concentração de gases do efeito estufa continuar como na situação atual, sem que sejam tomadas medidas urgentes e sérias para a redução da emissão de CO2 na atmosfera. Com dados de emissões do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), também foi desenvolvido um mapa virtual interativo, que mostra os efeitos do aquecimento no globo.

O mapa indica que os continentes terão aquecimento mais acelerado (em média o aumento será de 5,5%) do que os oceanos e que a temperatura deve subir mais nos pólos do que em outras regiões. Em relação à distribuição de suprimentos, haverá falta de comida em períodos de seca, além de esvaziamento de 70% dos reservatórios de água. Para o Brasil, a previsão é a de que o litoral tenha aumento de 5 ºC, enquanto que no interior a temperatura deve subir 8 ºC. Além disso, as florestas deverão ficar muito mais vulneráveis a incêndios, que também serão mais difíceis de serem controlados. Os dados utilizados se referem às temperaturas de 2060 a 2100, se as atuais taxas de alterações climáticas não forem retardadas.

David Miliband, ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, que esteve presente no lançamento do mapa, disse que as negociações internacionais para Copenhague são as mais complicadas pela qual já se passou. “Não podemos lidar com um mundo 4 ºC mais quente. Este mapa mostra claramente a dimensão do desafio que enfrentamos hoje. Para resolver o problema das alterações climáticas, todos nós, ministérios dos Negócios Estrangeiros, do Ambiente, tesourarias, os departamentos de defesa e todas as partes do governo e da sociedade devem trabalhar juntos para manter a temperatura global a 2 ºC”, declarou.

Acesse o mapa interativo (em inglês).

 

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